A atriz Priscila Fantin e a coleguinha Juliana Sana passarão por maus bocados neste domingo, no “Esporte espetacular”. Elas farão uma prova com 5km de corrida alternados com 15 obstáculos, cheios de lama, gelo e até... choques elétricos. Calma, gente!
Fonte: OGlobo
1 de jun. de 2017
31 de jan. de 2017
Priscila Fantin: “Percebi que damos bronca quando não estamos com a criança por inteiro”
Mãe de Romeo, 5 anos e casada com o também ator Renan Abreu, a atriz Piscila Fantin fala do dia a dia com o filho e conta que se empenha para educar de forma compreensiva. Para ela, a maior frustração da maternidade foi ter feito uma cesárea e não um parto normal. Veja a íntegra da conversa com a colunista Taynara Prado.
Você já declarou que o Romeo não quer cortar o cabelo e é feliz assim. Você se sente afetada quando alguém faz perguntas a respeito das escolhas dele?
Não. Entendo que nossa educação cultural e social é limitadora.
Não. Entendo que nossa educação cultural e social é limitadora.
De que forma você lida com o bullying escolar ou da sociedade com relação a isso?
Numa boa. Romeo não sofreu bullying. Acho uma palavra forte Ele teve situações isoladas na escola. Na maioria das vezes, é só confusão que a pessoa faz mesmo. O bullying traz consequências sérias no emocional e psicológico. Já o Romeo compreende e não liga.
Numa boa. Romeo não sofreu bullying. Acho uma palavra forte Ele teve situações isoladas na escola. Na maioria das vezes, é só confusão que a pessoa faz mesmo. O bullying traz consequências sérias no emocional e psicológico. Já o Romeo compreende e não liga.
Em quais situações você precisa dar bronca no Romeo?
Eu percebi que dar bronca, bronca mesmo, acontece quando estamos cansados ou com alguma questão que não nos permite estar por inteiro [com a criança] naquele momento. Eu quase não brigo; eu converso. Normalmente, ele não quer parar de brincar para tomar banho ou não quer dormir, exatamente como eu na idade dele (risos).
Eu percebi que dar bronca, bronca mesmo, acontece quando estamos cansados ou com alguma questão que não nos permite estar por inteiro [com a criança] naquele momento. Eu quase não brigo; eu converso. Normalmente, ele não quer parar de brincar para tomar banho ou não quer dormir, exatamente como eu na idade dele (risos).
Como foi o processo de escolha da primeira escola do Romeo?
Gostamos de escolas que não limitem a criatividade ou o dom inato do ser, mas que incentivem. Tivemos a sorte de ter uma escola construtivista ao lado de onde moramos. Melhor, impossível!
Gostamos de escolas que não limitem a criatividade ou o dom inato do ser, mas que incentivem. Tivemos a sorte de ter uma escola construtivista ao lado de onde moramos. Melhor, impossível!
Romeo já fez alguma pergunta que te deixou sem resposta?
"Quando a primeira pessoa do planeta ainda era neném, quem eram os pais dela?" ou "A vida não acaba nunca?". Já teve também: "Porque existe o amanhã? Eu quero viver só hoje para sempre”. É ele quem me ensina os segredos da vida.
"Quando a primeira pessoa do planeta ainda era neném, quem eram os pais dela?" ou "A vida não acaba nunca?". Já teve também: "Porque existe o amanhã? Eu quero viver só hoje para sempre”. É ele quem me ensina os segredos da vida.
Você já declarou ter sofrido com o efeito sanfona. Isso impacta nas suas escolhas alimentares com o Romeo?
Não, porque o que eu tinha era retenção hídrica. Minha alimentação sempre foi boa. Ele come o que a família come: sempre alimentos integrais, muitas frutas (que ele ama), sementes, queijo (também ama), ovos, peixes, biscoitos, chocolate, açaí, comida japonesa também. Ele come de tudo, com consciência do que cada alimento faz no seu corpo.
Não, porque o que eu tinha era retenção hídrica. Minha alimentação sempre foi boa. Ele come o que a família come: sempre alimentos integrais, muitas frutas (que ele ama), sementes, queijo (também ama), ovos, peixes, biscoitos, chocolate, açaí, comida japonesa também. Ele come de tudo, com consciência do que cada alimento faz no seu corpo.
Romeu entende o universo artístico dos pais? Ele já demonstra interesse por teatro, TV e cinema?
Sim, ele adora ir para a coxia e para o palco antes das peças. Ele sabe o nome das minhas personagens, sabe que não sou eu que estou dizendo ou fazendo aquilo, inventa mil histórias, brinca de personagens, faz teatro de fantoches, apresenta telejornal dentro da caixa de papelão, dirige fotos com os bichos de pelúcia... Ele vive esse universo diariamente.
Sim, ele adora ir para a coxia e para o palco antes das peças. Ele sabe o nome das minhas personagens, sabe que não sou eu que estou dizendo ou fazendo aquilo, inventa mil histórias, brinca de personagens, faz teatro de fantoches, apresenta telejornal dentro da caixa de papelão, dirige fotos com os bichos de pelúcia... Ele vive esse universo diariamente.
Como você descobriu que estava grávida?
Eu estava sentindo meu corpo lento, pesado, os seios inchados e comecei a pesquisar o que era. Eu estava sem disposição para nada. Não conseguia mais treinar e tinha muito sono. Logo pensei em gravidez, mas fiz um teste de farmácia e deu negativo. Fui à ginecologista, ela apalpou o útero e disse que não era gravidez. Cheguei a sangrar um pouquinho na época em que era para eu estar menstruada. Eu estava achando tudo estranho e fiz ultrassonografias. Os exames mostravam o peito cheio de líquido e um coraçãozinho batendo no útero. ''É neném!", a médica disse! Eu estava com dois meses de gestação e tive muito enjoo, pressão baixa e desconforto. Passei a gravidez bem quieta e deitada. Meu maior desejo era não estar enjoada. Também senti de me alimentar com leite e carne vermelha, coisas que eu não comia até então.
Eu estava sentindo meu corpo lento, pesado, os seios inchados e comecei a pesquisar o que era. Eu estava sem disposição para nada. Não conseguia mais treinar e tinha muito sono. Logo pensei em gravidez, mas fiz um teste de farmácia e deu negativo. Fui à ginecologista, ela apalpou o útero e disse que não era gravidez. Cheguei a sangrar um pouquinho na época em que era para eu estar menstruada. Eu estava achando tudo estranho e fiz ultrassonografias. Os exames mostravam o peito cheio de líquido e um coraçãozinho batendo no útero. ''É neném!", a médica disse! Eu estava com dois meses de gestação e tive muito enjoo, pressão baixa e desconforto. Passei a gravidez bem quieta e deitada. Meu maior desejo era não estar enjoada. Também senti de me alimentar com leite e carne vermelha, coisas que eu não comia até então.
Romeo nasceu por uma cesárea. Em algum momento se sentiu pressionada ou julgada por conta disso?
O maior julgamento foi o meu próprio. Eu queria profundamente que fosse parto normal. Queria que ele fizesse o esforço de nascer, em vez de ser "retirado". Além disso, acho cesariana uma agressão para o nosso corpo. São sete camadas sendo cortadas e depois costuradas. Só que ele estava com duas voltas de cordão entre o ombro e o queixo, corria o risco de sufocar e também não estava encaixando a cabeça para começar o processo.
O maior julgamento foi o meu próprio. Eu queria profundamente que fosse parto normal. Queria que ele fizesse o esforço de nascer, em vez de ser "retirado". Além disso, acho cesariana uma agressão para o nosso corpo. São sete camadas sendo cortadas e depois costuradas. Só que ele estava com duas voltas de cordão entre o ombro e o queixo, corria o risco de sufocar e também não estava encaixando a cabeça para começar o processo.
Você se frustrou com a amamentação?
Ele pegou o peito assim que chegou no quarto. Na maternidade, já mamava bastante e eu tinha leite o suficiente. Minha frustração foi só ter feito a cesariana mesmo. Eu não tinha grandes expectativas sobre a maternidade; estava esperando ele chegar para me mostrar como era e, do jeito que fosse, seria o jeito certo para a gente. Por isso não acredito em cursos de pré-natal sobre como acalmar o seu bebê. Cada ser humano é imensamente diferente do outro. Cada gravidez, cada parto, cada peito... Basta estar, de fato, envolvida e aberta para o que vier pela frente.
Como foram os primeiros dias após o nascimento do Romeo?
Ficamos só nós três: eu, ele e o pai dele. Queríamos nos conhecer, nos sentir. Foi exaustivo, mas profundo. Eu estava cansada, sensível, emocionada, frágil... Foi muito importante o Renan estar tão presente.
Ele pegou o peito assim que chegou no quarto. Na maternidade, já mamava bastante e eu tinha leite o suficiente. Minha frustração foi só ter feito a cesariana mesmo. Eu não tinha grandes expectativas sobre a maternidade; estava esperando ele chegar para me mostrar como era e, do jeito que fosse, seria o jeito certo para a gente. Por isso não acredito em cursos de pré-natal sobre como acalmar o seu bebê. Cada ser humano é imensamente diferente do outro. Cada gravidez, cada parto, cada peito... Basta estar, de fato, envolvida e aberta para o que vier pela frente.
Como foram os primeiros dias após o nascimento do Romeo?
Ficamos só nós três: eu, ele e o pai dele. Queríamos nos conhecer, nos sentir. Foi exaustivo, mas profundo. Eu estava cansada, sensível, emocionada, frágil... Foi muito importante o Renan estar tão presente.
Como vocês se saíram nos primeiros cuidados com o bebê?
Passamos por tudo com naturalidade; os três se conhecendo (enquanto pai, enquanto mãe, enquanto filho, enquanto família) mutuamente, com cuidado. Ficávamos exaustos, mas firmes. Estávamos apresentando o mundo para alguém que antes estava protegido de tudo dentro de mim. Enquanto isso, ele nos apresentava o milagre da vida. Não digo que foi fácil; demanda paciência e doação. Mas foi lindo, foi como deveria ser.
A paternidade foi reveladora na vida do Renan?
O Renan ainda me surpreende. Ele foi o primeiro a dar banho. No primeiro mês, só ele deu, acho. Ele acordava de madrugada só para dar apoio moral na hora de amamentar, trocava fraldas o tempo todo. Até hoje o acalma como ninguém, o faz dormir com a maior tranquilidade do mundo - e rápido! Romeo está tão divertido quanto o pai! Ele é apaixonado pelo pai e vice-versa
O Renan ainda me surpreende. Ele foi o primeiro a dar banho. No primeiro mês, só ele deu, acho. Ele acordava de madrugada só para dar apoio moral na hora de amamentar, trocava fraldas o tempo todo. Até hoje o acalma como ninguém, o faz dormir com a maior tranquilidade do mundo - e rápido! Romeo está tão divertido quanto o pai! Ele é apaixonado pelo pai e vice-versa
Que conselho da sua mãe você aplica na educação do Romeo?
Que sono, fome e calor irritam.
Que conselho você daria para outras mães?
Escutem seus filhos. Espere que eles terminem a frase, mesmo que ela não tenha palavras. Converse com eles com seus olhos na mesma altura. Não desconte as suas frustrações nos “nãos” que tiverem que dar. O “não” e o “sim” têm o mesmo valor. Dê valor aos seus feitos; é o melhor que podemos fazer. Não faça seu filho de boneco pedindo: "Fale aquilo ou faça aquela cara para eles verem". Deixe que eles descubram quem são e que mostrem isso para o mundo na hora em que quiserem.
Que sono, fome e calor irritam.
Que conselho você daria para outras mães?
Escutem seus filhos. Espere que eles terminem a frase, mesmo que ela não tenha palavras. Converse com eles com seus olhos na mesma altura. Não desconte as suas frustrações nos “nãos” que tiverem que dar. O “não” e o “sim” têm o mesmo valor. Dê valor aos seus feitos; é o melhor que podemos fazer. Não faça seu filho de boneco pedindo: "Fale aquilo ou faça aquela cara para eles verem". Deixe que eles descubram quem são e que mostrem isso para o mundo na hora em que quiserem.
Fonte: Revista Crescer
10 de dez. de 2016
Priscila Fantin fala sobre a rotina de leitura com o filho de 5 anos
Mesmo com a rotina agitada de atriz, Priscila Fantin não deixa de lado um hábito importante da vida em família: a leitura. Mãe do pequeno Romeo, de 5 anos, Pri lê histórias para ele desde que era um bebezinho de 4 meses. Que fofura!
No sofá da casa de Priscila, eles costumam ler livros juntos antes de dormir, às vezes mais de um. Priscila conta que a leitura é para a família um momento de tranquilidade antes do sono. “A gente adora esse cantinho. Às vezes ele não gosta de ir dormir, então a gente primeiro se acalma aqui e depois vai para a cama”, diz.
A atriz contou um pouco da rotina dela para o Gshow e explicou como faz para encaixar momentos de leitura no dia a dia. Confira a entrevista:
1 - Como você encaixa a leitura com seu filho no seu dia a dia e também na rotina dele?
A minha profissão não tem uma rotina, então quando o Romeo vai me acompanhar no teatro, o que a gente sempre bota na mochila é um livro. Quando a gente deita na cama também. Eu dou banho nele e quando estamos acalmando as coisas para ele conseguir dormir, a gente lê. Às vezes não só um livro! O Romeo às vezes sai no domingo para passear com a avó, e o que ele escolhe de passeio é ir na livraria. Lá ele fica umas duas horas e meia, lê vários livrinhos. Ele escolhe espontaneamente, gosta muito mesmo.
A minha profissão não tem uma rotina, então quando o Romeo vai me acompanhar no teatro, o que a gente sempre bota na mochila é um livro. Quando a gente deita na cama também. Eu dou banho nele e quando estamos acalmando as coisas para ele conseguir dormir, a gente lê. Às vezes não só um livro! O Romeo às vezes sai no domingo para passear com a avó, e o que ele escolhe de passeio é ir na livraria. Lá ele fica umas duas horas e meia, lê vários livrinhos. Ele escolhe espontaneamente, gosta muito mesmo.
2 - Quando foi a primeira vez que você leu para ele?
Lembro do livro, foi um livro do peixinho. Ele tinha poucos meses, por volta de quatro ou cinco meses. Contei uma história para ele, era um livro de peixinho que tinha umas texturas, e aí ele já passava a mãozinha também nas texturas. Essa foi a primeira vez que eu li, mas a gente também inventa muita história. Hoje ele também vai contando junto.
Lembro do livro, foi um livro do peixinho. Ele tinha poucos meses, por volta de quatro ou cinco meses. Contei uma história para ele, era um livro de peixinho que tinha umas texturas, e aí ele já passava a mãozinha também nas texturas. Essa foi a primeira vez que eu li, mas a gente também inventa muita história. Hoje ele também vai contando junto.
3 - Qual a importância da leitura hoje na sua família?
A imaginação é uma grande ferramenta das pessoas, e ler estimula isso. Claro que ele é uma criança de cinco anos, mas já pode ir criando essa habilidade para quando for adulto. Para mim a leitura é isso, e também um refúgio. Então ter imaginação, ter criatividade é muito importante, e quanto mais a gente estimular isso através da leitura, melhor.
A imaginação é uma grande ferramenta das pessoas, e ler estimula isso. Claro que ele é uma criança de cinco anos, mas já pode ir criando essa habilidade para quando for adulto. Para mim a leitura é isso, e também um refúgio. Então ter imaginação, ter criatividade é muito importante, e quanto mais a gente estimular isso através da leitura, melhor.
GSHOW
29 de nov. de 2016
18 de novembro de 2016
Rio de Janeiro, sexta feira, 20h30 e meu coração começa a acelerar. Paro, compro flores, esbarro no Fábio Porchat, e corro pro 3° piso do Teatro Clara Nunes. Sento de frente pro palco e minha ansiedade aumenta, mãos soam, inquietude. Acende as luzes do cenário ainda com a cortina fechada e eu avisto ELA. Meu Deus ela estava bem na minha frente. O meu amor, a minha Alma Gêmea, a minha ídola de 17 anos estava ali bem na minha frente. Queria gritar, chorar e dizer a ela o quanto ela era especial pra mim, mais não. Respirei fundo, contei até três e sorri. Confesso que meu olhar ficou NELA a apresentação inteira, não entendi a história, não entendi nada. Como ELA é foda atuando, e que orgulho me dá de poder desfrutar daquilo tudo ali a dois metros de minha distância. Marry me cutuca e diz: a peça tá quase no fim, acabando chame ela e entregue a flor. GELEI. ENGASGUEI. TREMI NA BASE. CORAÇÃO ACELEROU. Dai as cortinas fecham, eu queria desmaiar. De repente elas abrem e eu aceno pra ELA e a chamo. Que sorriso sincero vendo em minha direção e que abraço. ATÉ QUE ENFIM ESTAMOS NOS CONHECENDO, ela falou e pra mim ali mesmo poderia morrer, seria a pessoa mais feliz do mundo, já me sentia a pessoa mais realizada. Como ela é FODA. Saio da sala do teatro e encontro com a mãe dela CARA A TIA SILVANA, como ela é linda e tão especial como a filha, e nem acreditei quando disse a ela que SEMPRE JOGAVA NO GOOGLE O NOME DELA COMPLETO A FIM DE DESCOBRIR O TELEFONE DELA pra ligar e falarmos da Pri kkkkkk #realidades. Dai conversando com a tia Silvana eu a vejo vindo toda linda, toda especial, CARA A TATI, JOANA, SERENA, MARIA estava ali na minha frente. Sim aquela atriz que até hoje guardo a sete chaves QUATRO pastas com reportagens dela estava ali na minha frente. Não sabia o que falar, só queria que o mundo congelasse e eu ficasse ali somente a vendo na minha frente. Como ELA é atenciosa, como ELA é simpática, como ELA é LINDA, senhor, mais linda ainda ali na minha frente. Nunca imaginei na minha vida que nosso encontro foi da forma que foi. Não tenho palavras pra descrever, escrever, demonstrar, falar O QUE EU SINTO POR VOCÊ.
PRISCILA FANTIN ABRE O JOGO SOBRE A BOA FORMA E REVELA: - NÃO TENHO DISCIPLINA
Priscila Fantin marcou presença no programa de Fátima Bernardes na última quinta-feira, no dia 24, mas, apesar do assunto do Encontro ter sido completamente diferente, a atriz, que recentemente falou sobre sua relação com o filho Romeo, acabou revelando, nos bastidores, alguns de seus segredos para manter a boa forma.
Ao contrário do que todos pensam, a atriz se mantem bem longe da academia. Segundo Priscila, ela não tem nenhuma rotina de exercícios físicos.
- Não tenho muita disciplina no que se refere a cuidados com o corpo. Não acho isso legal e não sou exemplo, desabafou.
Apesar de fugir da rotina de atividades, a atriz contou que gosta de se exercitar e que costuma adaptar sua rotina conforme seus personagens. Ela, que está em cartaz com a peça Por Isso Fui Embora, contou que sua personagem anda de patins no palco e que aderiu isso ao dia a dia.
- Costumo aproveitar o que os personagens me pedem para me exercitar na vida. Essa nova personagem anda de patins e agora fiquei fissurada no negócio. Fico de patins o dia inteiro e o corpo acaba se adaptando a isso. Aproveito meus personagens para trazer coisas novas para o corpo, já que não tenho disciplina, contou ela.
Mas Priscila explicou que tem um bom motivo para deixar a prática de exercícios de lado. De acordo com a atriz, que já revelou que não pretende ter mais filhos, ela foca em outras coisas, como, por exemplo, o filho de cinco anos de idade.
- As outras coisas, tirando o Romeu, ficam um pouco sem peso para mim. Sem prioridade. Agora, ele é minha prioridade total, sempre. Muitas vezes eu foco na criação de um personagem. Gosto muito dessa construção e fico muito preenchida com isso, disse Priscila.
5 de nov. de 2016
''Desacreditamos do modelo tradicional de se relacionar'' diz Priscila Fantin sobre relacionamentos
Priscila Fantin volta aos palcos cariocas a partir desta sexta-feira (4), quando estreia no Teatro Clara Nunes, no Rio de Janeiro, a peça Por isso fui embora. O espetáculo conta a história da escritora Cires (vivida por Camila Lucciola), que amou apenas uma vez, mas foi deixada. Desiludida, ela não crê no modelo tradicional de casamento e vive encontros fortuitos e superficiais com vários homens. A peça ainda tem no elenco os atores Joaquim Lopes, Camila Lucciola e Flavio Rocha e é dirigido por Regis Faria.
"Que eu me lembre, nunca passei por uma desilusão amorosa como minha personagem. Ou talvez não dessa forma. Nenhum namorado veio me dizer que estava apaixonado por outra mulher, o que, aliás, é uma grande dificuldade dos homens em geral quando isso acontece", afirma Priscila. "Minhas desilusões são mais no sentido de criar uma expectativa que não poderia ser preenchida. E já aprendi a não criá-las".
Qual a sensação de voltar aos palcos?
"Que eu me lembre, nunca passei por uma desilusão amorosa como minha personagem. Ou talvez não dessa forma. Nenhum namorado veio me dizer que estava apaixonado por outra mulher, o que, aliás, é uma grande dificuldade dos homens em geral quando isso acontece", afirma Priscila. "Minhas desilusões são mais no sentido de criar uma expectativa que não poderia ser preenchida. E já aprendi a não criá-las".
Qual a sensação de voltar aos palcos?
Faz tempo que não me apresento no Rio, desde 2012. A última peça que fiz foi em São Paulo, no ano passado. Estou ansiosa e feliz de subir ao palco de novo, ainda mais na minha cidade. Teatro me alimenta.
Existe uma crise no modelo tradicional se relacionar?
Não acho que as pessoas estejam desacreditadas no amor, acho que estão desacreditadas no modelo tradicional de se relacionar. Não se sustenta mais no mundo como está. Vejo tantas novas tentativas e formas de amor ganhando espaço. É amor se multiplicando. Amor é amor: nunca é demais. Vejo essa "crise" como uma transformação de valores, onde todo mundo busca, quer e precisa de amor.
O que o público pode esperar de Por isso fui embora?
Densidade, diversão, questionamentos. A peça é transformadora para quem se deixar envolver pelos questionamentos propostos. É como aceitar sua própria sombra. Mexeu muito com a gente, espero que mexa com quem for assistir também. Afinal, o papel do teatro é esse: transformar.
Fonte: BrunoAstuto
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