21 de fev. de 2018

Veja as fotos do 'Encontro' com Priscila Fantin



Fonte: GSHOW

Priscila Fantin comemora aniversário ao lado de crianças refugiadas

Priscila Fantin está cercada de amor! A atriz fez aniversário no último domingo (18) e segue celebrando seus 35 anos com pessoas especiais. Nesta terça-feira (20), ela visitou o Museu da Imigração em São Paulo com o filho, Romeo, e se divertiu com crianças refugiadas.
Ela registrou o momento com uma selfie e compartilhou uma mensagem emocionante no Instagram. "Títia, Tainá, Romeo e Winner representando toda a alegria e beleza que um aniversário deve ter. Obrigada, IKMR Brasil por um parabéns tão especial, com a minha maior família! Que todos os refugiados tenham paz no coração", escreveu. 


Fonte: GLAMOUR

Priscila Fantin posa com a irmã Fabiola e semelhança choca

Não é segredo que irmãos, em sua maioria, se parecem, afinal, traços do DNA da família sempre acabam aparecendo. Entretanto, Priscila e Fabiola Fantin chocaram pela semelhança extrema nas redes sociais na noite da última terça-feira (20.02): elas são idênticas! No Instagram compartilhado que elas têm, foi publicada uma foto em que aparecem lado a lado. 
"Manas felizes, só por estarem juntas! Uma sempre fazendo bem pra outra!", escreveram na legenda. Nos comentários, o fato de elas serem parecidas ganhou muita repercussão. "A irmã da Priscila Fantin consegue ser mais Fantin que a própria Priscila", brincou uma seguidora, "Como se parecem", se chocou outra, "Achou pouco 1?? Toma 2 beldades", se derreteu mais um.


Fonte: VOGUE

'A depressão é uma morte em vida', diz Priscila Fantin


A carreira promissora não foi suficiente para evitar que Priscila Fantin desenvolvesse depressão. No entanto, ela conta que o teatro foi parte fundamental para que ela superasse o transtorno.
"A depressão é uma morte em vida. Você não sente nada, nem tristeza, nem raiva, alegria, nada", disse a Mariana Godoy sobre o problema de saúde que enfrentou em 2008.
"O esporte me ajudou muito. Me ajudou a sair da estagnação. [...] O teatro também é muito curativo, transformador. Me ajudou bastante", explicou a atriz.
Além desse período conturbado, Priscila também comenta sobre os trabalhos sociais que realiza. "Tenho uma preocupação humana muito grande. Acho que falta humanidade para os humanos. A gente se olha muito pouco no olho e estende muito pouco a mão. Tem muita gente precisando".
A entrevista será exibida no Mariana Godoy Entrevista nesta sexta-feira, 16, às 23h.

Fonte: ESTADÃO

Priscila Fantin fala sobre peça que discute preconceito racial e homofobia


Três mulheres, diferentes gerações e seus conflitos. Como é a relação e o amor que une uma avó, mãe e neta? No palco do Teatro J. Safra, as atrizes Luiza Tomé, Priscila Fantin e Leticia Birkheuer interpretam a relação entre as mulheres de uma mesma família no espetáculo 'Além do que nossos olhos registram'.
A montagem, em cartaz desde janeiro, expõe, de maneira bastante emocional, tudo o que gira em torno do universo feminino. Na história, são debatidos desde assuntos corriqueiros sobre a vida sexual da mulher, até as agonias e alegrias vividas pelo sexo feminino na contemporaneidade.
Luiza Tomé é Delfina, uma mulher independente e agitada, que sempre teve a cabeça livre de preconceitos. Ela luta pelos direitos das minorias e se identifica com os marginalizados. A outra personagem é Violeta, interpretada por Letícia Birkheuer, uma mulher elegante e ardilosa, que vive um casamento de fachada uma vida confortável.

Em ‘Além do que nossos olhos registram’, Priscila Fantin atua como Sofia, que vive uma relação conflituosa com os pais e encontra na avó o apoio não teve na relação com a mãe.
Na elaboração da montagem, o autor Fernando Duarte procurou realizar cerca de 20 entrevistas com mulheres de diferentes classes sociais, para formar as três protagonistas com personalidades extremamente diferentes. Em entrevista para o Globo Teatro, a atriz Priscila Fantin falou sobre o texto, as personagens e outros temas:
Globo Teatro: Estamos numa época em que falamos muito de feminismo e sororidade. Você acredita que podemos usar esse espetáculo como base para discutirmos ainda mais esses temas?
Priscila Fantin: Acho que sim, se focarmos na redenção da mãe (Letícia Birkheuer) em favor da filha, num último momento. Mas os temas que mais se destacam durante toda a peça são o preconceito racial e a homofobia.
G. T.: Na elaboração do texto de Fernando Duarte, mais de vinte mulheres de diferentes classes sociais foram entrevistas. Como foi pra você a construção dessas três personagens?
P.F.: Como são relatos de histórias reais costuradas, muitas coisas nós já vimos, ouvimos ou experimentamos. No meu caso, sempre convivi com amigos homossexuais e sabia dos seus conflitos, dores e dificuldades. A peça fala do funcionamento do ser humano enquanto indivíduo que absorve um universo parcial, através das suas convivências. A grande lição é entender que todos somos diferentes e temos motivos para agir de forma diferente, portanto, não cabe julgamento.
G. T.: Quais as principais diferenças da personagem Sofia para a Violeta e a Delfina?
P.F.: Sofia foi criada dentro de padrões estabelecidos pelos pais que vivem de aparência, mas tem dentro dela a certeza de um amor. Violeta sofreu com a pobreza quando criança e desvirtuou seus valores para ter uma boa vida, abdicou do amor. Delfina era à frente de seu tempo e lutou contra a família em nome do amor, não importando as dificuldades que passaria.
G.T.: Recentemente, você enfrentou alguns problemas de saúde. Como foi a recuperação e essa volta aos palcos depois da estreia da peça em Porto Alegre?
P.F.: A estreia em Porto Alegre foi o auge da crise de coluna (por conta de duas hérnias), que começou nas últimas semanas de ensaio em outubro. Depois dali, foi que consegui fazer o repouso necessário para diminuir a inflamação e poder iniciar o processo de recuperação. Agora em janeiro, aconteceu o fortalecimento.
G.T.: O que o público pode esperar de ‘Além do que os nossos olhos registram?’
P.F.: Identificação com as personagens ou com seus pontos de vista, frases clichês sobre preconceito, o que diverte muito, e emoção com os ensinamentos da vida retratados ali.

FONTE: GLOBO.COM

PRISCILA FANTIN PRESTIGIA O NAMORADO, BRUNO LOPES, NO DESFILE DA ROSAS DE OURO


Priscila Fantin está conferindo, pela primeira vez, o Carnaval de São Paulo. A atriz compareceu ao Sambódromo do Anhembi na madrugada deste sábado (10) para ver o namorado, o ator Bruno Lopes, desfilar pela Rosas de Ouro.
Bruno e Paulo Dalagnoli vão representar Pedro e Bino do seriado Carga Pesada. O samba-enredo da escola vai homenagear os caminhoneiros do Brasil e traz Ellen Rocche como rainha da bateria pela 11ª vez.
O casal assumiu o relacionamento no final do ano e apareceu juntos pela primeira vez na estreia de Priscila em uma peça em São Paulo. "Nosso namoro é relativamente recente. Estamos juntos desde novembro", disse Bruno a QUEM. "Vim assisti-lo. Não vou desfilar, não. Não quis perder a oportunidade de assistir", afirmou Priscila.
Em cartaz com a peça Além do que os Nossos Olhos Registram, em São Paulo, a atriz contou que vai passar parte do feriado do Carnaval na cidade por conta do compromisso com trabalho no teatro. "Na segunda, volto ao Rio e aproveito um pouco da folia de lá e curto o Romeu, meu filho".

Fonte: QUEM

Priscila Fantin revela que já recusou convite para rainha de bateria: 'prefiro ficar mais na minha'


Em bate-papo com a TITITI na Área VIP CARAS no camarote Bar da Brahman, em São Paulo, Priscila Fantin revela que já recebeu convite para reinar a frente da bateria de uma escola de samba. "Há muitos anos, me chamaram para ser rainha de bateria, mas é uma posição de muito destaque e eu prefiro ficar mais quietinha, mais na minha", revelou. A atriz está torcendo pela Rosas de Ouro, já que o seu namorado, Bruno Lopes, foi um dos destaques da agremiação.

Fonte: Revista Tititi